Sergio e Nilzelene passeavam agarradinhos e de mãos dadas pelo parque arborizado.
Os desejos sexuais de Sergio aumentavam quanto mais caminhavam
entre as grandes e sombrias árvores.
Quando Sergio já não agüenta mais de tesão e prepara para declarar-se, Nilzelene o interrompe: - Espero que você não se aborreça amor, mas quero fazer xixi.
Mesmo espantado com o pedido inusitado, Sergio concorda: |
- Tudo bem Nilzelene, vá pra ali, detrás daqueles arbustos.
Nilzelene então some da vista de Sergio Enquanto, nervoso e possuído pela luxúria, escuta o som erótico da calcinha deslizando pelas coxas suculentas de Nilzelene, ele imagina tudo aquilo ali tão pertinho e à sua disposição.
Incapaz de se conter e seguindo instintos animais, Sergio introduz o braço através dos arbustos e toca a perna dela.
Suavemente, sobe as mãos mais e mais, até que, horrorizado, agarra algo grosso e quente, no meio das pernas dela.
Muito assustado, ele pergunta: |
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